


Borrões é o show de lançamento do novo disco da artista nipo-brasileira Lina Tag, sob Direção de Luciana Elias. Com um repertório autoral e autobiográfico, as músicas do novo álbum, Borrões, percorrem memórias e o universo simbólico da artista, apresentado através das letras e melodias, e presentificados em expressão vocal, musical e gestual.
Após cinco anos de pesquisa, nasce um espetáculo denso e delicado, que leva o público a uma experiência imersiva, sustentada por arranjos sofisticados e uma presença de cena franca e poética.
Diante de um mercado artístico ainda pouco diverso, que frequentemente retrata asiáticos brasileiros de forma estereotipada e superficial, Borrões é uma obra que amplia as referências culturais sobre o que pode ser e fazer uma artista amarela em cena.
Sinopse
APOIO



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RELEASE DO SHOW



DIREÇÃO GERAL E DIREÇÃO DE MOVIMENTO
LUCIANA ELIAS
Luciana Elias é artista e pesquisadora da dança japonesa butoh há mais de 15 anos. Após importantes intercâmbios com artistas e ONGs da Europa , América do Sul e África , tornou-se membro do Conselho Internacional de Dança CID-UNESCO.
Tem como principais áreas de formação o Ballet Clássico e a Dança Butoh, guiada pelos mestres Tadashi Endo (Japão /Alemanha) , Minako SeKi (Japão /Akemanha), Toshi Tanaka (Japão /Brasil) e Zélia Monteiro (Brasil) . Hoje , continua na pesquisa e desenvolvimento do seu próprio caminho de ensino de dança Butoh e atua como performer , professora e pesquisadora de dança. Como diretora , além do trabalho com a dança , também conduz projetos para o teatro e música .


FICHA TÉCNICA
equipe criativa

EQUIPE TÉCNICA
Técnica de Som
ADRIANA VIANAS
Filmmakers
LARA FLORENCE e KIMMI MELLO
Técnico da Casa
ZUZA
Assistente de Produção
Tatiana araujo
Engenheiro de Som
Ernani napolitano
Chef e Confeiteira
Julia abduch
Fotografia
GAL OPPIDO e JENNIFER GLASS
Provocador Musical e Assistente de PA
RIQUE AZEVEDO

LINA TAG
Lina Tag é uma artista nipo-paulistana que transita entre música, atuação e performance. Sua pesquisa atravessa memória, identidade e corpo, criando uma linguagem autoral em que som, imagem e presença se entrelaçam. Sua trajetória se desenvolve no encontro entre diferentes linguagens e contextos culturais. É uma das vozes da animação Eu e Meu Avô Nihonjin, obra com circulação internacional e presença em festivais como Annecy, além de integrar projetos que tensionam e expandem a representação nipo-brasileira nas artes contemporâneas. No campo da cena, participa de criações que articulam performance, teatro e canção, com passagens por espaços como o Sesc e a Casa de Criadores, consolidando uma atuação que se move entre o palco, o audiovisual e a música. Seu trabalho autoral reverbera também em contextos acadêmicos e culturais, sendo objeto de estudos, exibições e debates. Entre seus projetos, recebeu o Prêmio Cawcine de Melhor Cantora pelo clipe Brancos Corais e teve obras selecionadas em festivais e mostras no Brasil e no exterior.
A partir desse percurso, Lina desenvolve uma pesquisa multi artística que incorpora referências da música popular brasileira e da cultura japonesa, construindo uma estética sensorial e singular.
É desse caminho — feito de camadas, intersecções e memória — que nasce Borrões, seu primeiro grande disco autoral, em que diferentes tempos e experiências se encontram, revelando uma narrativa sensível e profundamente humana.

FoTografias: Gal Oppido






















